11/5/10

A opção de agora usar a ferramenta blog foi para facilitar minhas atualizações dos novos trabalhos e, principalmente, estreitar a interação com todos que me prestigiam.
Aqui você vai encontrar muito sobre minha trajetória artística inclusive links dos meus vídeos, locuções e fotos que estarão sempre sendo atualizados.
Fique à vontade. Foi feito pra você.
Um abraço,
LEANDRO COELHO
(61) 8418-7256 / 7814-9305 (ID: 88*14526) - Brasília

Posso dizer que já nasci em ambiente artístico. Meu pai, quando jovem, teve a sua banda como baterista e vocalista. E hoje ainda anima os encontros dos amigos ao som do violão. Cresci ouvindo boa música. Minha mãe e irmã mais nova são ótimas sopranos. Recentemente o agregado cunhado veio reforçar a “banda familiar” com teclado e voz. Quanto a mim, sempre tive o dom de escrachar tudo. Nas festinhas eu tinha o papel de, antes, durante e após a boa música da família, garantir a animação. Claro que também acabei absorvendo algumas habilidades vocais. Meus banhos sempre foram shows à parte com um diversificado repertório.
Cresci levando tapinhas nas costas seguidos de: “esse garoto é um artista; cadê a TV Globo que ainda não te descobriu? Um humorista nato”…
Sempre considerei apenas como elogios. Talvez ainda me faltasse um pouco de coragem e maturidade para melhor desenvolver e, então, tocar adiante a idéia.
E chegou a época em que tive que escolher o meu curso superior, a minha carreira. “Vejamos… Sou um cara expansivo, divertido, com apurado dom de entretenimento. Enfim, bastante comunicativo. É isso! Comunicação”.
Bons tempos de faculdade… Éramos exatamente quatro homens para quarenta mulheres na turma. Na formatura, me elegeram o orador que representaria todas as turmas da Comunicação Social. Preparei uma surpresa nada convencional recheada de performances que já denunciavam que a profissão de relações públicas, apesar de ter muito a ver comigo, ainda não era exatamente a minha praia.
Não deu outra. Um ano depois ingressei num curso de interpretação para teatro e TV. Logo com as primeiras aulas eu tive a certeza e compartilhei minha decisão com família: “quero ser ator”. Acho que eles até hoje tentam se acostumar com a decisão, pois vez ou outra ainda me sugerem que eu deveria arrumar um trabalho fixo (risos). Acho que nunca ralei tanto desde a decisão. Faz parte… Preocupação da família e grana muito suada são alguns acessórios da carreira artística.
Ainda durante o curso uma produtora procurou por minha Escola em busca de um ator com perfil de comediante para protagonizar um comercial. “Temos uma figura aqui”, disse logo um dos dirigentes da Escola. Seria minha estréia na TV. A criação e interpretação de duas personagens breguinhas e engraçadinhas agradou e rendeu uma campanha com mais outros três comerciais.
Dali em diante portas se abriram e não mais fecharam. Conheci muita gente do meio, surgiram os convites e muitos trabalhos. A atuação em vários comerciais, vídeos institucionais e até cinema me proporcionaram experiência para desenvolver outras habilidades como locutor de spots e VTs, além de apresentador de dois programas locais.
Em 2005 busquei ampliar os horizontes da carreira indo para o Rio de Janeiro. Tempos muito difíceis, porém produtivos. Muitos novos contatos e amigos. Depois de muitos bicos, miojos e os “testes-nossos-de-cada dia”, finalmente as primeiras oportunidades. Nas primeiras participações, conheci o outro lado do muro do Projac, ingressei no teatro, que até então tinha pouco contato, e caí nas graças de uma rede de supermercados como garoto-propaganda.
Em 2006, recebi o convite para fazer as locuções da campanha presidencial do candidato Cristovam Buarque. Retornei a Brasília. Na seqüência, outros comerciais e locuções para engrossar o portfolio.
Me apego ao otimismo e à fé na “galera lá de cima” para driblar a incerteza do amanhã. Assim, sigo confiante de que todo sufoco ainda vai render boas e divertidas histórias num futuro próximo regado a muitos aplausos.

O nome todo é Leandro Fernandes Coelho. Nasci em Brasília, minha querida cidade, em março de 1976, onde também cresci.
Faço jus à condição de autêntico pisciano – romântico, sonhador, bem-humorado e muito avoado.
Sou um cara persistente, mas como meus pés nem sempre estão no chão, por vezes acabo me passando por cabeça-dura.
Já me disseram que sempre tenho uma piadinha pra tudo. É mais forte do que eu… Quando me dou conta já falei. Só não me peça pra repetir a piada. Criatividade e espontaneidade são outros dos meus superpoderes.
Espírita kardecista, assim como minha família, apesar de minhas convicções, não discuto religião. Apenas respeito todas. Mas o que valorizo mesmo são as pessoas que, independentemente de seus credos, praticam a religião do amor incondicional ao próximo. A gente chega lá…
Futebol? Quando é próximo jogo da Seleção? Nunca fui muito fã. Talvez porque não tenha crescido jogando bola. Desde muito pequeno usava óculos “fundo de garrafa”. Se tirasse os óculos não via os jogadores, tampouco a bola. Se os colocasse, menos uns óculos na certa. Não precisa sentir pena! Fui muito moleque e tive uma boa coleção de óculos quebrados. Atualmente, depois da cirurgia, procuro recuperar o tempo que fiquei sem muitos esportes. A visão não ficou 100%, mas já consigo ver a bola.
Política? Geralmente quando entro no assunto é só mesmo pra lamentar. Ainda assim não perdi as esperanças por tempos melhores para o Brasil. Procuro já ir fazendo a minha parte, porque felizmente nem só dos maus políticos depende o nosso País. Tem muita gente de boa fé por aí… Sigam-me os bons! Vamos conquistar o mundo!